Razões e emoções, caminhos e saídas!

Sinta, apenas sinta, permita-se, nós precisamos!!!!!!!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Minha rosa

E por mais que eu conte as rosas,
São as pétalas que realmente importam,
Fosse a terra coberta pela grama,
E visiona a flôr apaixonada,
E a dança poetica,
Embalada pelo vento,
E sente o gosto doce do pingo,
Que escorre Rosa abaixo,
É sempre assim,
E assim será,
As histórias de amor tem um fim,
E um outro começo,
Sereno é o vento que empurra os amores,
Seca o orvalho e as lágrimas,
Todos são livres,
E nem tão livres são,
E a cada pétala que cai,
A terra acaricia,
A absorve, a cativa,
Pois é pouco,
Mas o necessário,
O amor vindo aos poucos,
Nunca finda,
Se fortifica a cada broto que nasce,
é uma mística descrita num livro esquecido,
Que o autor fez questão de esconder,
Para que seja possível,
O renascimento dos sentimentos,
Das vidas, e de tudo aquilo,
Que possa semear o amor puro,
De espera, de calma, e de incansável,
E não me responsabilize,
Amo tanto quanto a terra,
A minha rosa,
Que a cada dia aprendo,
Amar mais e mais,

criado por milton_nunes    13:28:52 — Arquivado em: Sem categoria

sábado, 1 de agosto de 2009

Sol, sozinha novamente?

Ridicularmente as pessoas vivem,

Paranoicamente sobrevivem,

Na busca do belo,

Na busca do ter,

Perdem seus vínculos,

Esquecem o que é amar,

Uma noite já basta,

Um corpo, um fluído,

Cheiros estranhos,

E o lençol nunca tem o mesmo perfume,

Um vazio enorme,

Uma solidão incontida,

Aquele nome já não existe mais,

E vem outra noite e renova tudo,

Há de aparecer alguém,

É certo que vai,

E do jeito que virá,

Também irá,

Mas tudo bem,

As pessoas preferem assim,

Tinha que ser assim,

É melhor, eles preferem,

E o sol é o culpado,

Se não fosse ele,

A noite seria infinita,

E os amores não teriam fim,

Amores, começo, é o fim,

Enganam-se de forma infantil,

E me obriga a falar,

E lamentar,

O romantismo acabou,

O amor se foi,

Simplesmente eu falei,

E o sol é o maior cupaldo,

criado por milton_nunes    21:54:25 — Arquivado em: Sem categoria

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Demência

E ela me criou,

Fez de mim alguém também,

E me transformou no que sou,

Agora sua mente gira,

Roda como um brinquedo bobo,

Sem graça,

Digo a ela, não é assim, nunca foi assim,

E ela aceita, não e questiona,

E eu queria como queria,

Diz prá mim que está errado,

E que as peças do quebra-cabeça,

Deveriam estar assim, assado,

Mas você não me diz nada,

Não me questiona nada,

Eu estou tão dono do ser,

Das decisões,

Onde está você,

Porque este corpo te esconde de mim,

Onde você foi parar,

Tem alguém que brinca comigo e com você,

A você ele desliga,

E a mim, resta a procura,

Não era pra ser assim,

Você e eu, não queríamos que fosse assim,

Hoje meu riso chora,

Minha graça é triste,

Estou te perdendo,

É como a flor que seca,

Sem dizer uma palavra,

Só se percebe que morreu,

Quando a sua ultima flor cai,

Não era prá ser assim mãe!

criado por milton_nunes    00:41:28 — Arquivado em: Sem categoria

Circunferência

Tantas vidas partidas,

Pessoas sem rumo,

O sol se vai,

E quase ninguém percebe,

O tempo é irreal,

Mas a dor existe,

Todos tão firmes,

Quase tudo inseguro,

Alguém sorri,

Não adianta chorar,

A melancolia de ontem,

É o passado de amanhã,

E as vidas caminham,

A Ponte se abre,

E caminhar é a saída,

Os pensamentos giram ao redor,

São os fantasmas do agora,

De tudo que não foi feito,

E daquilo do que deveria ter sido feito,

Chora em quanto ainda tem tempo,

O sol evapora o sal,

E a retina resseca,

Perde-se tudo,

Cria-se quase nada,

E assim nos mantemos,

Esperando a hora certa,

Desses momentos,

Infinitamente, errados!

criado por milton_nunes    00:26:01 — Arquivado em: Sem categoria

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Sem entender nada!!!!

Quem disse que seria fácil,

Quem disse que seria simples,

Buscam-se as respostas nas coisas mais complexas,

Quando a resposta esta exatamente na nossa frente,

Banalmente clara e explicita,

Ama-se errado, pessoas erradas,

Despreza-se um verdadeiro amor,

Por outro emocionalmente fútil,

Quem machuca, fere, castiga,

É a visão da cegueira,

O bloqueio dos valores,

É tão estranho, pois, se fala,

Se diz o que tem e o que pode oferecer,

Mas, parece que, nada adianta,

As palavras não têm a força necessária,

Para convencer, para mostrar,

E como um castigo, se afasta, foge,

Por mais que se faça, é nocivo,

Traiçoeiro e maldoso,

Nessa hora, caio num buraco sem fim,

Perde-se o sentido da vida,

Do amor, de tudo,

Morre a paixão, permanece uma dor aguda,

Mesmo com a porta trancada,

Irei esperar, e quanto mais ela corre,

Sem rumo, no desespero,

Eu fico, espero, acredito,

Que até se sofre, num amor assim,

Mas, sou mais forte,

E romperei o lacre desse coração ferido,

E não terá vencedores,

E nem vencidos,

Quem ama não sente medo,

Simplesmente ama!

criado por milton_nunes    23:52:07 — Arquivado em: Sem categoria

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Sem fundamento!

Quando ela está longe,

Penso nas várias formas de senti-la,

No quanto preenche meu tempo,

E fico disperso com relação ao tempo, a mim,

Não sei se a amo, não sei,

Mas, a quero tanto, que nem sei,

Ou se realmente gostaria de saber,

Somo atípicos, diferentes, sem lógica,

Ultrapassamos todas as barreiras da razão,

Muitas vezes giramos em torno de nos mesmos,

Mais é assim mesmo, estranho? Talvez,

Às vezes sinto por ela não me procurar,

Às vezes a esqueço e ela me procura,

Somos perfeitos no quesito encontrar,

Orgulhosos demais, carentes demais,

Queremos tanto e ficamos tão sós,

Tanto medo de estar perto,

Querendo tanto estar perto,

Que acabamos ficando longe,

Paradoxo, prolixo, inconstante,

Possuímos todas as frases prontas,

Todos os argumentos definidos,

Defendemos teses pessoais,

Na banca dos sentimentos,

E nos reprovamos,

Gostamos de voltar e provar,

Garantir que se está correto,

Mesmo com o insucesso da investida,

Prá quem está de fora,

Fica impossível ter uma compreensão,

De algo evasivo, mas tão real,

Tão perfeito, tão puro,

Que chega ser fantasioso,

Mas, é a pura verdade,

Sem vaidade,

Somente nós,

Confidentes e eternamente envolvidos,

Em um sentimento se nome,

Mas, plenamente conhecido por nós dois

criado por milton_nunes    13:25:47 — Arquivado em: Sem categoria

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Sim, eu sinto!

E das vezes que nos vimos,

Essa foi à melhor,

Foi diferente, demais,

Toda vez que penso em escrever,

Demoro demais,

Tem muito sentimento envolvido,

Que faltaria espaço para descrever todos,

Para que ler essas linhas,

Peço que tente sentir, profundamente,

Fechar os olhos, e pensar em alguém,

Alguém que signifique muito para você,

E tente trazer a tona os sentimentos,

Ou melhor, trazer os momentos,

Os momentos que compartilharam,

Que tornaram realidade em fantasia,

Que mil beijos foram apenas um,

Que se sorria, suspirava, viajava,

Sem sair do lugar,

Um coquetel de sentimentos,

Não importa quanto tempo,

Não importa se chovia e se era dia,

Acredito, que neste momento,

Seu coração bate mais forte,

Sua respiração fica intensa,

E os lábios ressecam,

Em busca daquele outro,

É por isso que faço questão de escrever,

De mostrar o que sinto e como sinto,

Para que outras pessoas,

Compartilhem disso,

Que mesmo estando só,

É possível estar com alguém,

Porque este alguém ali sempre estará,

E trará as emoções que pareciam estar perdidas,

Esquecidas, espalhadas em suas vidas,

Exercitem a experiência de viajar,

Neste mix de emoções,

E se um dia quiseres dividir aqui,

Irei publicar, pois, ser feliz nunca é demais,

E eu estou feliz, esteja também!

criado por milton_nunes    11:56:36 — Arquivado em: Sem categoria

Pensamento louco!

Sou redundante eu sei,

Falar de sentir, de ser,

Tenho perdido tempo demais nisso,

Todos os caminhos tem um mesmo fim,

E quase nunca se quer mudar isso,

Demasiado tem se pensado,

Muito tempo calado,

Sorriso as vezes se convém,

Lágrima só se for por alguém,

Se isso tudo trás o sentido,

A muito, muitos vem me mentindo,

Vale mesmo apena pensar,

Vale apena pagar o preço de amar,

Se for assim, continuo perdido,

Se é assim busco coisas sem sentido,

Paradoxo ou não, não interessa,

Lento é a vida e o relógio tem pressa,

Desfaço as mascaras então vestida,

E juro promessas não cumpridas,

É assim que tem que ser,

É assim que pago prá ver,

Em tudo que quero se parece banal,

Vivo como um louco num mundo anormal.

criado por milton_nunes    11:22:18 — Arquivado em: Sem categoria

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Apenas um momento.

Hoje revirei minhas emoções,
Senti ela nos braços,
Como nunca havia sentido,
Senti sua respiração,
Enquanto suas lágrimas,
Molhavam minha camisa,
Suspirava como uma criança,
Carente, menina, indefesa,
E eu só queria que ela ficasse ali,
Neste momento,
Implorei que meus braços,
Fosse o calmante necessário,
E que ela nunca quisesse sair dali,
Se sentir protegida,
Enquanto me sentia completo,
É o sentimento, é o carinho,
Não sei o que a levou as lágrimas,
Mas me deixou desarmado,
E planamente indefeso,
E me entreguei de corpo e alma,
Falei muito pouco,
Procurei sentir tudo que podia,
De aquecer sua alma,
E implorar para o tempo não passar,
Pois aquele seria um momento único,
E eu jamais poderia perder um segundo sequer,
Mas o conforto veio,
E lentamente ela foi se afastando,
Suas lágrimas passadas pela minha camisa,
Chegaram a minha pele,
E pude senti-las, geladas,
Sequei o seu rosto e olhei os seus olhos,
Senti sua fragilidade,
E me resguardei,
Fiquei contido,
E a deixei partir,
Não me interessa as razões,
Nem o tempo que durou,
Mas tudo o que senti,
Serão palavras descritas em um texto,
Que quando for lido,
Jamais será esquecido,

criado por milton_nunes    15:12:38 — Arquivado em: Sem categoria

A Rosa

Tinha ela, perdido a vontade de amar,
Não sentia o calor da paixão,
Respirava devagar, quase sem querer,
Mantinha os olhos abertos,
Mas, não via quase nada,
Já havia esquecido o suspiro,
Tudo acontecia de uma forma mecânica,
Quando caminhava, não havia destino,
Mas mesmo sem querer,
Seus olhos brilhavam, procuravam,
E seu coração gritava por algo a mais,
Pulsar em seu peito apenas não bastava,
Ele queria bater fortemente,
Estremecer o corpo, sacudir a alma,
Foi quando ela, involuntariamente,
Sentou-se na grama,
E encostou a cabeça lentamente,
E viu um rosa se desacatando do resto,
Solitária, pois, era a única,
No meio de um verde predominante,
E colocando-se no lugar desta rosa,
Começou a perceber que,
Esta simples rosa, solitária,
Era a diferença num contexto,
Onde tudo parecia igual,
Era a beleza complementar, necessária,
Tornava o comum, numa aquarela,
Então, ela levantou-se,
E viu que ela, juntamente com a rosa,
Era o que tinha de mais perfeito,
Que eram únicas,
Que ao contrário de achar que estava só,
Todo meio vivia por ela existir,
E sua respiração mudou,
Seu coração disparou,
E ao invés de caminhar, começou a correr,
Sentindo o vento, sentindo o calor,
E ela viu, sentiu, e viveu tudo,
Nada mais seria como era antes,
E que sempre haverá uma rosa,
Esperando por alguém,
Que se perca nos caminhos da vida,

criado por milton_nunes    14:53:42 — Arquivado em: Sem categoria
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